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Centro Social Paroquial de Olivais Sul
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Centro Social Paroquial de Olivais Sul
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CENTRO SOCIAL PAROQUIAL

DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO DE OLIVAIS SUL

 

O Centro Social Paroquial de Nossa Senhora da Conceição de Olivais Sul é uma Instituição Particular de Solidariedade Social, canonicamente erecta, com personalidade jurídica no foro canónico e civil.

É um serviço da Paróquia com o fim de cultivar nos paroquianos o sentido das suas responsabilidades de solidariedade social e atenção ao mais desfavorecido, ajudando-os a dar resposta, de forma organizada, às carências que se verificarem entre os habitantes da Paróquia, mediante acções de assistência, promoção e desenvolvimento. (Estatutos do Centro Social, artº. 2º.)

Enquanto serviço da Paróquia, à qual pertence, o Centro Social mantém com ela estreitas relações, procurando que todos os paroquianos o estimem como expressão e instrumento da Acção Social da própria Comunidade Paroquial. (Estatutos, artº 21º.)

As primeiras actividades daquilo que viria a ser o Centro Social, começaram em 1980. Nessa altura dava-se apoio a alguns idosos e também algum apoio alimentar a pessoas carenciadas. Criou-se assim um Centro de Convívio para idosos que se reuniam uma vez por semana e, um pouco mais tarde, duas vezes por semana. Pensou-se então oficializar este trabalho criando um Centro Social, o que só se veio a concretizar-se em 26.04.1984.

Em 1990 abre o Centro de Dia quando as capelas mortuárias passaram para a nova Igreja Paroquial e pode ser aproveitado o espaço deixado na Igreja de S. José. A partir daqui a acção do Centro Social estendeu-se a outras actividades e criou-se o Apoio Domiciliário.

E hoje o que é o Centro Social Paroquial?

 

Existem várias valências no Centro que são:

  • O Centro de Dia, a funcionar todos os dias no anexo da Igreja de S. José e que tem 34 utentes que chegam de manhã, sendo muitos deles transportados na carrinha do Centro, e que almoçam, lancham e permanecem nas instalações até cerca das 17 horas, onde têm várias actividades.
  • O Centro de Convívio com 40 utentes que chegam depois do almoço e que também permanecem nas instalações até às 17 horas, onde além das actividades, também lancham.
  • O Apoio Domiciliário destinado aos utentes com mais necessidade de apoio os quais podem ter higiene pessoal e domiciliária, fornecimento de almoço que também pode abranger fins de semana e outros apoios, consoante as suas necessidades e o acordo que fizerem com o Centro. Nesta altura existem 35 utentes nestas condições.
  • O Apoio Alimentar que recebendo géneros do Banco Alimentar, dá apoio a cerca de 150 famílias, com distribuição mensal de géneros alimentícios.

Para o funcionamento destes serviços de quem dispõe o Centro?

Conforme os seus estatutos, o Centro Social tem uma Direcção composta por sete membros, à qual preside sempre o Pároco e um Conselho Fiscal composto por três membros. Todos estes elementos são voluntários.

Como pessoal do quadro, contratado, existe neste momento:

  • 1 Técnica de Serviço Social
  • 1 Animadora Social
  • 1 Técnica Administrativa
  • 1 Motorista
  • 6 Ajudantes de Apoio Domiciliário
  • 2 Auxiliares de Centro de Dia

Para além deste pessoal, há um grupo de voluntárias que dá o seu generoso apoio no Centro em todas as tarefas que lhes são solicitadas. Algumas destas voluntárias colaboram no Centro desde a sua fundação.

As actividades existentes no Centro e destinadas aos utentes são, dentro das instalações, ginástica, jogos, actividades culturais, leitura do Evangelho uma vez por semana, ensaios do coro (Coro Entardecer), dança (Grupo de Danças Europeias), etc. Faz-se um Venda de Natal anual, festa de Carnaval, comemoração do Dia do Centro e de outras datas mais significativas, retiro quaresmal, etc..

No exterior fazem-se passeios, maiores e mais pequenos, actividades locais (idas ao teatro, museus, exposições, etc.).

O que se pode esperar actualmente do Centro Social para além daquilo que já se faz e está organizado? Não muito, devido à precaridade das instalações existentes. A Segurança Social que dá apoio material ao Centro, conforme o protocolo acordado, aponta-nos as deficiencias existentes, dando as sugestões para o seu melhoramento, sugestões essas que são necessárias e inadiáveis para manutenção desse protocolo. Por outro lado, a degradação em que se encontram as instalações na área da igreja de S. José, começando pela própria igreja, obrigam a pensar numa solução total e urgente. Mas para isso é necessário dinheiro e não pouco, o que nesta altura parece utópico. Mas com a ajuda de Deus nada é impossível e, assim, é necessário que se deite mãos à obra, desinstalando-nos e criando vontade na Paróquia para começar.

De qualquer modo há sempre o desejo de fazer mais e melhor e a esperança de poderem vir a existir diversos serviços, como:

  • Possibilidade de internamento para os que têm alta dos hospitais e não têm quem os possa acompanhar em casa, ou mesmo um Lar para os que não podem estar em casa sozinhos;
  • Intercambio com a Paróquia de modo a que as instalações possam vir a ser disponibilizadas para outras actividades, como Apoio Escolar, um Clube de Jovens onde possa haver formação e ocupação de tempos livres;
  • Reuniões e festas de grupos e outras actividades que venham a ser sugeridas;
  • Um Gabinete de apoio jurídico para idosos;

Tudo isto sempre interessando os paroquianos e incentivando-os a dar o seu apoio voluntário para estas valências. E tantas outras coisas que poderão vir a ser feitas neste âmbito de colaboração e apoio mútuo.